sábado, 27 de dezembro de 2008

Afinidades


OBS.: que saudade dessa cachorrinha, afinidade por ela me emociona... te amo minha lindinha!!

Um mistério que traz a simpatia como a bandeira maior, o brasão representativo do amor e do carinho;



pode surgir com o tempo, pode surgir da noite pro dia, ser agradável surpresa a nos iluminar os sentimentos e preencher o coração de belos carinhos e ternura;



oh afinidade me toma o ser com a pureza do que és, façais de mim o amor, o brilhar prazeroso por alguém sem que haja qualquer razão, bom senso ou lógica;



afinidade me dê o amor, o encanto pra sentir sem querer a explicação mas pra vivenciar pureza de valorosos e nobres sentimentos.



Eduardo Augusto Silva.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008







Era época do pó de pirlimpimpim; era infância... "Sítio do Pica-pau Amarelo". Não havia problemas, era só mãe chamando pra que os trê filhos se assentassem no sofá e ficassem assistindo a televisão. Momento quase que único pra que ela tivesse paz das nossas bagunças, e ela "corria" com a casa e a arrumação!



Éramos bem novos...



Depois crescemos mantendo a fantasia de criança; adorávamos vários desenhos. Eu gostava muito de muitos. Liga da Justiça, Thundercats, Chapolim Colorado, Chaves, He-man, Corrida Maluca, Detetive Rabugento, Pantera Cor-de-Rosa, Manda Chuva e a Turma, Batman, Homem-Aranha, e durante o tempo que assisti desenhos, não só via esses, como citei, mas surgiram filmes e novos desenhos, com os quais me diverti bem também. Rei Leão, Tarzan, Micos no Espaço, Hulk, Superman o filme clássico, Superman a série, nesse momento me lembro desses; mas fui no cinema há poucos dias e vi o filme dos macacos astronautas, hehehe, bem legal...



Como dizia Cazuza: "_O tempo não pára!". Parar realmente não, mas visitar nossa infância dá né! E amei fazer uma volta nas lembranças pueris de criança e de adolescente que assistia os desenhos. Aliás, sempre era o principal, o mais forte; aquele que tinha uma paixão pela bela, pela mocinha dos desenhos. rsrsrs.



Mesmo crescendo; já fiz muitas bagunças com crianças. Uma mãe foi chamar atenção do seu filho, chegou na porta e viu o filho de oito anos e o homem de trinta e poucos. Ela voltou devargar, nem a percebemos e comentou que não chamou a atenção do filho porque eu tava lá. Riram até, depois nos falaram, ela não iria me chamar a atenção nunca. kkkkkk.



Como diz Ana Carolina: "_É isso aí, como a gente pensou que ía ser..."



É isso aí; não dá pra frear o tempo, mas dá pra não deixar morrer, ou matar a criança que fomos; pra isso existe várias formas de fazermos coisas, lembrarmos coisas, que nos levem a infância e para boas e inesquecíveis lembranças!





Eduardo Augusto Silva.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Penso, penso, penso... penso, penso!

Fico a pensar nas palavras bem e mal. Hum... fico a pensar. Não da maneira religiosa, doutrinária ou com algum cunho assim.
Penso nas palavras bem e mal, sem me ater, a princípio, em um uso específico.
Continuo deixando que o caminho de minhas reflexões não esteja traçado ou predefinido. O que que veio a mente é que o ser humano está ausente da ligação com as palavras; e neste momento, na minha mente, essa ausência se faz necessária de ser preenchida. Preciso ver sentido e aprofundar humanidade, bem e mal...
Assim, acabo de ver em minha "tela mental" a palavra sociedade. E o que isso pode significar? Ora, minha idéia apontou que, bem e mal muitas vezes esteve ou estão atrelados a tradições, a costumes, a regras societárias que "impõem" maneiras individuais a serem seguidas ou esperadas, que definem qualquer coisa no mundo, realizada pela humanidade, como no rol das boas ou más condutas.
Modifico temporariamente a linha do raciocínio pra voltar no indivíduo, bem e mal. O que são bem e mal pros indivíduos?
Ora, ora... não será, penso, como uma expressão que venho percebendo e ouvindo muito; "pessoal e intransferível". Penso que sim, bem ou mal pra mim pode não ser a mesma coisa pra você. Cada pessoa tem no seu íntimo um "mundo" diferente onde bem e mal estão estruturados e divergem ou convergem das outras pessoas.
Retorno a linha de pensamento sobre as regras societárias. Seriam elas fundamentadas num conjunto de mentes que legislam em qualquer local do mundo, seja no micro, dentro de nossas casas ou no macro, dentro do poder legislativo do país em qualquer esfera, isso com consciência da competência que lhes cabe, do porquê estão ali e para quê estão.
Ou seriam as regras societárias fundamentadas nas atitudes humanas, que por uma seleção natural, vão se configurando no coletivo humano como padrões e estes, nos costumes, tradições, hábitos que geram naturalmente e até imperceptivelmente as "regras da sociedade".
Na verdade me pego a refletir que o voto e os legisladores que representam o povo são uma forma de unir as duas coisas: as regras sociais que vêm dos costumes, tradições e hábitos; com as regras sociais advindas do poder legislativo de um país.
O ideal é que as leis representassem um esforço dos legisladores, com um empenho digno e limpo estabelecendo as regras/as leis, a partir dos costumes, hábitos, mudanças e necessidades estabelecidas naturalmente na união dos indivíduos, de seus núcleos, da coletividade humana, da qual surge claramente as mazelas que deveriam ser atendidas, com total empenho das autoridades, no gerir providências definitivas de atender as necessidades.
Eduardo Augusto Silva.