terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PEREGRINAR...

.
MAS NADA ESTÁ PERDIDO...
.
QUE NÃO POSSA SER ENCONTRADO...
.
O MUNDO É GRANDE...
.
MAS O PÉ TAMBÉM...
.
E PEREGRINOS VÃO AO LONGE...
.
E CHEGAM SEMPRE AO DESTINO CERTO...
.
POIS CAMINHAM NA DIREÇÃO DESEJADA...
.
E OS PERSEVERANTES CHEGAM.
.
DETALHE: CONHECEM O FIM DA JORNADA E NÃO GOSTANDO...
.
MUDAM DE RUMO E PEREGRINAM EM OUTRA DIREÇÃO!!!
.
.
Eduardo.

O burro doméstico.

O BURRO DOMÉSTICO

Mamífero solípede, perissodáctilo, menos corpulento que o cavalo e de orelhas compridas.
O burro doméstico (Equus asinus, Lin.) distingue-se dos outros equídeos por ter as orelhas muito desenvolvidas, cauda nua na sua inserção e terminada por um tufo de crinas, pelagem geralmente cinzenta e com uma lista dorsal e outra transversal formando cruz sobre as espáduas.
Engraçado estou me identificando... mas aviso burrice só pega se você deixar!!!
Eduardo.

PRA DIAS DE FÚRIA QUE TAL UM DESSES???


Tô kamikaze...
Dias de Fúria!!! Mais já montei num desses aí e não sobrou lataria de porta avião.
Tô com mais uma frota se precisar. kkkkkk
Edu

"Desabafo Futebolístico Alternativo"

HOJE CHUTEI O BALDE... CUIDADO COM A CABEÇA!!!

Eduardo.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Momentos na praça.

Sento na praça, é início de noite. Olho para frente e vejo uma pessoa, um homem. Que fala sozinho, parece dentro de seu mundo, sua mente um mistério, sua atitude como diriam muitos é de um pobre doente mental. Mas quem dentro de nossos íntimos diríamos com plena certeza que o conceito de normalidade humana em geral já não é algo discutível ou do passado. Sejam intimamente francos, e será que todos diremos o quê? Sou normal; ou sou normal mas tenho um probleminha imperceptível; ou iremos pensar... é sou alguém que se achava muito normal na saúde e no geral mas na real tenho muito de "anormalidades" a serem sanadas, preciso de mais sanidade geral! Eh... exame de consciência é muitas e muitas vezes necessário, mas muitas mais vezes deixado de lado; o que faz que vejamos o que está nos incomodando, ou percebemos de imediato no outro, a quem nossa crítica não pensa mas diminui de imediato, destila o preconceito, os erros, os defeitos como se fossêmos capazes de julgar o outro; como grandes entendendedores da vida. Se nem a nossa damos conta de entender, e muito menos compreender! Se não é assim então porque desde a antiguidade é lembrada a famosa frase: "_ O que sei é que nada sei!". Tudo bem que essa frase foi dita num contexto especial; todavia não houve grandes mudanças no conteúdo da mensagem. Afinal de contas, já li e ouvi várias vezes que está ou aquela pessoa não se conhece, ou não conhece disso ou daquilo. Mas seguimoso curso da história sempre resolvendo facilmente a vida dos outros; mas no mesmo instante em que estamos fazendo isso se pararmos não iremos resolver nossos questionamentos e problemas!

Julgar o que quer que seja é solução para alguma coisa? Pensamos, pensamos e a mente não cessa... incessante pensa e chega a que conclusão. Sobre nós mesmos não chegamos a muito; mas as críticas e julgamentos alheios chegamos longe. Críticas construtivas ainda poderíamos até pensar que há ou houve boa intenção. Mas o mais comum são as críticas negativas que nada acrescentam. E somos capazes de ultrapassar da crítica e atingir um nível mais elevado do pensamento, a análise sobre aquilo a que se critica? Dificilmente, o mais comum, o mais corrigueiro é atingir a crítica e por aí ficarmos. Mas fazer uma análise coerente e positiva, ah isso não! Quando a língua felina, ou ofídica destila o veneno e chega na crítica se dá por satisfeita!
Por isso será que na história da humanidade uma personagem de vulto e sabedoria nos aconselhou que ao deitarmos fizêssemos uma análise de todo nosso dia; nossos erros e nossos acertos. E verificássemos a nós mesmos? E não julgássemos a quem quer que fosse ou o que fosse?

Ainda estou na mesma praça, no mesmo banco; olho pra frente mas o homem não está na minha frente falando sozinho, dentro de seu mundo. As pessoas não mais poderão julgá-lo um doente, ou em suas piedosas mentes pensarem que aquele homem é um pobre coitado falando sozinho!
Olho ao redor... a vida continua.
Crianças, cachorros, pássaros, som de músicas, pessoas que passam, grupo de crianças que por incrível que pareça conversam paradas como se fossem adultas; adolescentes e adultos conversam, casal de namorados, uma moça só, um rapaz só, poeriam ser um segundo casal... imagino que algo nessa praça vai acontecer; pessoas e movimento demais para um dia comum!

Mas isso só ficando no banco da praça pra descobrir; mas o que será que farei, ou o que devo fazer. Passado o tempo olho para frente e vejo ao invés de um homem; quatro adolescentes conhecidos e conversando amigavelmente em papo descontraído e aparentando que horas conversando ficarão.

Sinto leve chuva a me tocar, creio que não saberei o que na praça acontecerá, já estou a caminho de casa. A leve chuva, passou e agora é forte e está molhando quem nela permanece.

Eduardo Augusto Silva.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Desejos




Desejo a você Fruto do mato Cheiro de jardim ...

Desejo a você Fruto do mato

Cheiro de jardim

Namoro no portão

Domingo sem chuva

Segunda sem mau humor

Sábado com seu amor

Filme do Carlitos

Chope com amigos

Crônica de Rubem Braga

Viver sem inimigos

Filme antigo na TV

Ter uma pessoa especial

E que ela goste de você

Música de Tom com letra de Chico

Frango caipira em pensão do interior

Ouvir uma palavra amável

Ter uma surpresa agradável

Ver a Banda passar

Noite de lua Cheia

Rever uma velha amizade

Ter fé em Deus

Não Ter que ouvir a palavra não

Nem nunca, nem jamais e adeus.

Rir como criança

Ouvir canto de passarinho

Sarar de resfriado

Escrever um poema de Amor

Que nunca será rasgado

Formar um par ideal

Tomar banho de cachoeira

Pegar um bronzeado legal

Aprender um nova canção

Esperar alguém na estação

Queijo com goiabada

Pôr-do-Sol na roça

Uma festa

Um violão

Uma seresta

Recordar um amor antigo

Ter um ombro sempre amigo

Bater palmas de alegria

Uma tarde amena

Calçar um velho chinelo

Sentar numa velha poltrona

Tocar violão para alguém

Ouvir a chuva no telhado

Vinho branco

Bolero de Ravel

E muito carinho meu.


Autor: Carlos Drummond de Andrade.